Vamos doar sangue? Chamada para soteropolitanos!

É com muita alegria que venho compartilhar com vocês a notícia de que fui escolhida como uma das embaixadoras do Tour do Carinho, representando a cidade de Salvador. A campanha, organizada pela Johnson & Johnson, tem como objetivo conscientizar para a doação de sangue, buscando arrecadar o suficiente para salvar 80.000 vidas – mesmo número de pessoas que preenche o estádio do Maracanã!! Até o momento a ação já conseguiu a quantia necessária para 40.000 pessoas!

Diariamente os hemocentros passam por dificuldades para ajudar pessoas necessitadas porque faltam doadores. O brasileiro é um povo caridoso e carinhoso, por isso a Johnson & Johnson disponibilizou um ônibus itinerante que percorrerá as 12 cidades-sede da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™. Fazendo uma visita a ele, você poderá doar sangue com segurança e tranquilidade, ajudando a salvar vidas. O Tour do Carinho começou no dia 12/03 e vai até 24/05. Ele estará em Salvador no dia 06/05.

doação de sangue - tour do carinho

Quero pedir, de coração, para que as pessoas que me leem, que residem ou estarão em Salvador na data que façam uma visita ao ônibus do Tour do Carinho para doar sangue. Eu estarei lá e também farei minha doação! Leve amigos e familiares para doar também, pois esse gesto é muito importante e milhares de pessoas precisam de ajuda. Ah, se você não estiver disponível na data, não tem problema: você também poderá fazer doações no HEMOBA – Ladeira do Hospital Geral, s/n, Rio Vermelho – que já está contabilizando as doações! Anote tudo:

Tour do Carinho Salvador

Data: 06/05/2014 das 8h às 17h

Para doar no ônibus do carinho: Praça Newton Rique – localizada no Parque Bela Vista

Para doar no hemocentro conveniado com a campanha (em qualquer data): HEMOBA – Ladeira do Hospital Geral, s/n, Rio Vermelho

Página da campanha no Facebook: https://www.facebook.com/carinhoinspiracarinho

Por Paula Bastos

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Uma ofensa, uma resposta

Vou começar este post dizendo que estou de saco cheio num nível que só quem está muito perto de mim ultimamente é capaz de entender. Só vim escrever isso aqui porque existem pessoas que não entenderam a minha atitude de responder o menino que veio me ofender aqui no blog gratuitamente e se surpreenderam. Bem, eu também me surpreenderia se fosse o contrário porque quem me conhece sabe muito bem que não é do meu feitio dar o tipo de resposta que eu dei. E não, eu não vou colocar link e nem print do ocorrido porque quem viu, viu. Quem não viu nem precisa ler isso aqui porque não vai entender nada. Isso é uma explicação para quem acompanhou o caso.

Nada do que eu escrevi foi irracional num momento de raiva, nada. Eu sabia exatamente o que eu estava fazendo e fiz propositalmente. Por que? Porque eu quis ferir, simples assim. Eu quis, pela primeira vez na vida, devolver uma resposta que fosse tão dolorosa quanto os anos de zombação, preconceito e discriminação que eu vivi. Eu sabia muito bem quais seriam os tipos de argumento que poderiam fazer o tal menino se sentir um nada e eu usei de todos eles, inclusive apelando para a namorada. Nada do que eu escrevi foi um surto de fúria. Eu fui fria, eu fui cruel. Eu fui um espelho do que a sociedade faz comigo.

Já li e ouvi coisas infinitamente piores do que as que o menino me escreveu, podem ter certeza. Quando você não sabe responder e passa a vida inteira ouvindo e engolindo, é esse tipo de coisa que acontece: uma resposta toda atravessada que de repente te endemoniza. Porque sim, há pessoas que nem me conhecem e me acham um monstro neste momento. Com essas aí eu nem me preocupo porque se nem Jesus agradou a todos, quem serei eu para agradar, mas não quero desapontar quem me lê, quem acompanha meu trabalho e gosta do que eu faço.

Quem é realmente leitora do blog sabe perfeitamente que eu não sou uma pessoa bem resolvida, que acha que ser gorda é o máximo e que eu me acho maravilhosa assim. Eu falo de como eu me sinto em inúmeros textos pessoais e sou sincera até demais, mais até do que deveria. Me exponho pra caramba, falo sempre o que estou pensando e sentindo. Estou longe de viver em paz comigo mesma porque sim, sou uma vítima dessa sociedade doentia, mas a mesma vítima que apanha, fere. Depois de tanto apanhar, você aprende a bater com a própria sociedade.

Eu usei todos os argumentos possíveis para fazer o menino se sentir um nada: apelei para classe social, para o português dele, para a namorada, para a aparência… O meu “beijinho no ombro” pra ele foi escroto pra caramba e não faz parte dos meus valores, do que eu prego ou do que eu acredito. Repito: eu fiz propositalmente para ferir, assim como me feriram uma vida toda e eu nunca fiz absolutamente nada. Chega uma hora que o saco estoura e eu não queria sair por cima e dar uma resposta inteligente – que eu poderia ter dado – eu quis simplesmente ferir, quis devolver na mesma moeda o que fizeram comigo esse tempo todo.

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A ficha caiu pra mim quando vi meu priminho entrando no meio do confronto pra me defender usando argumentos homofóbicos em relação ao menino que me ofendeu. Ele é uma criança. Foi ai que percebi o quanto a minha atitude não era exemplar, o quanto a minha angústia extrapolada não ia mudar em nada a minha vida para o positivo, mas sim “queimar o meu filme” e passar a imagem de alguém que eu não sou. Alguns amigos estranharam minha resposta, vieram questionar e, quando expliquei, eles entenderam minha reação, embora também não concordassem, mas de repente estranhos estavam falando sobre mim, me julgando… Aí eu vi o tamanho da porcaria que estava feita porque eu não ganhei nada com essa resposta além do prazer momentâneo de ofender. E olha agora eu tendo que vir aqui me explicar e ficar remexendo nessa porcaria toda e o menino que me ofendeu lá, sem nem imaginar que isso tudo está acontecendo, de boa na lagoa com toda a mediocridade preconceituosa dele. Sobrou pra mim.

Não vou me delongar porque acho que vocês conseguiram entender qual foi o meu objetivo e porque eu fiz isso. Me arrependo de ter falado as coisas que eu falei, pois eu poderia ter dado um outro tipo de resposta pra ele, inclusive nenhuma, mas decidi deixar todo o reflexo maldoso do que fizeram comigo a vida toda transparecer em uma resposta cheia de preconceito, de maldade, de julgamentos. Eu sou apenas humana e não Jesus e tenho meus momentos de fraqueza e de raiva.

O que eu escrevi e parece ser contraditório a tudo o que eu digo e prego não foi inconsciente, eu repito. Não são coisas em que acredito: não me acho melhor que aquele menino por ganhar mais do que ele, não acho que ele mereça ser queimado na fogueira por usar roupa falsificada, mas eu sabia o poder que isso teria de fazê-lo se sentir um zé ninguém porque é isso que a sociedade faz com a gente de inúmeras formas: sofremos preconceito por ser pobre, gordo, gay, negro e muitos outros…citei apenas os mais comuns. Eu fiz um “combo da humilhação” e joguei ali pra ele. Porque eu sou gorda, sou mulher e um menino veio, inclusive, questionar minha vida amorosa dizendo que eu estava fadada ao fracasso e eu respondi também para me validar, ou vocês acham que o ser humano não tem necessidade de afirmação? Então usei o argumento social para mostrar que eu era uma mulher bem sucedida, dona do seu próprio nariz que não precisa de um homem para se bancar porque eu faço por onde. Há muitas coisas envolvidas nessa resposta e eu não vou ficar explicando item por item, mas isso é só pra vocês terem ideia do porque eu apelei para várias coisas.

No fim disso tudo, a lição que fica pra mim é que eu estava certa fazendo o que fiz a vida toda: ouvindo e não respondendo. Quando quis dar uma resposta, deu nessa meleca toda. E eu aprendi que eu tenho a capacidade de ferir e de ser cruel e que sou um reflexo doentio da sociedade tanto quanto ela é doente comigo. A gente vive em sociedade, não estamos imunes ao que vemos e ouvimos todos os dias, então vamos ter cuidado porque não vamos combater preconceito com preconceito. O silêncio acaba sempre sendo a melhor resposta e a gente ainda amadurece porque quando você não responde, tem que aprender a lidar com todos os sentimentos horríveis que aquilo te causou. E eu vou seguir minha vida deletando esse tipo de gente que me ofende sem dizer nada porque, no final, não vale a pena.

Por Paula Bastos

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Não existe condição para a felicidade

Fiquei vários dias sem postar muito no blog e nas redes sociais dele porque eu precisava me dar um tempo para refletir e vivenciar algumas coisas. Já falei inúmeras vezes sobre o fator “relacionamento” aqui e um pouco do que vou falar pode parecer mais do mesmo, mas algo realmente mudou dentro de mim e vou compartilhar minha reflexão com vocês.

A gente cresce vendo, lendo e ouvindo sobre histórias de amor e, de uma certa forma, somos entorpecidas por isso. É inconsciente, mas quando nos tornamos adultas, vem aquela sensação de que só seremos completas e bem sucedidas se estivermos em um relacionamento, se tivermos encontrado nossa cara metade, pois muito do que é vendido como felicidade inclui esse tal relacionamento bem sucedido.

Estou com 31 anos e não tenho vergonha de dizer que, até hoje, nenhum cara me amou e, pra ser bem franca, eu acho que ninguém nem nunca gostou de verdade de mim. Enquanto eu me doei, movi mundo e fundos, atravessei oceanos e fiz tudo o que podia pra tentar ganhar o coração de alguns caras, nenhum deles nunca fez nada por mim. E hoje eu entendo que tudo bem. Simplesmente não era pra ser e talvez não tenha que ser.

A gente aprendeu, com tantas informações “subliminares”, que a felicidade não depende só da gente, embora todo mundo na prática e na consciência diga que sim. A felicidade tem uma representação da carreira perfeita, do amor em um relacionamento verdadeiro, da construção de uma família, de você conseguindo conquistar as coisas que deseja. Isso tudo nos é vendido pela publicidade e pela mídia de uma forma entorpecedora e, por isso, acaba sendo que quase sutil… É tipo um bombardeio, uma lavagem cerebral, mas depois de vermos essas mesmas coisas por tantos anos, passamos a acreditar nelas.

Quando a gente acredita que só será feliz quando tiver o corpo perfeito, arranjar um namorado, casar, conseguir aquela promoção X no trabalho, estamos adiando a felicidade. A felicidade não é algo como “e foram felizes para sempre”, como se daquele momento em diante, tudo fosse ser bom e perfeito como dão a entender os contos de fada. Pense… É tudo muito sutil!

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Nós, que às vezes temos problemas de autoestima e não conseguimos nos dar o devido valor, às vezes acabamos cedendo por muito pouco, aceitando migalhas e nos renunciando para viver algo que não não faz feliz, mas que é apenas uma convenção social. Como já nos sentimos fora do padrão, parece que temos que encontrar um outro em que nos encaixemos para não sermos um tipo de aberração. Mas adivinhe: eu precisei sofrer muito para entender que não é bem assim.

Eu posso ser feliz sozinha, eu não preciso de uma outra pessoa para validar a minha felicidade, para me aprovar. Posso sair num sábado à noite para jantar com amigas e me sentir plena e feliz; posso viajar com minha família e me divertir de montão; posso não ter alguém me esperando em casa para preparar o jantar e depois se aconchegar comigo no sofá que está tudo bem: ninguém morre por isso.

Demorei muito tempo para entender que eu podia e que eu conseguia ser feliz sozinha e por isso passei tantos dias refletindo, sendo introspectiva. A gente tem que se doar quando algo vale a pena de verdade, pois alguns esforços são apenas em vão. Hoje em dia as pessoas parecem ter prazer em jogar e ficam brincando com os sentimentos alheios. Eu cansei, sabe? Não sinto que preciso mais disso. Não estou dizendo que nunca mais vou me apaixonar ou que não vou deixar nenhum cara se aproximar de mim, não. Eu simplesmente consegui descontruir essa ideia de que eu só seria feliz se fosse amada por um homem porque eu sofri demais, me doei demais e tive retorno zero. Acho que esgotei e joguei a toalha.

Se você, assim como eu, é solteira, reflita se você também sente essa necessidade de validação do masculino, se você deseja demais estar em um relacionamento para não se sentir fracassada. Se a resposta for sim, vou te dizer de antemão para parar de se preocupar com isso e focar apenas em buscar a felicidade nas suas conquistas, nas pequenas coisas que te fazem sorrir no dia a dia, em você querer sempre ser melhor e se superar para você mesma.

Livre-se das convenções, liberte-se dos mais variados tipos de padrão que nos são impostos subliminarmente para sermos felizes e você verá que ser feliz é bem mais fácil e simples do que parece. Não coloque no outro e não determine uma situação como condição para a felicidade, seja lá o que for. Apenas viva, faça o melhor que você puder por você mesma, abra-se para a vida e deixe tudo fluir, pois o que tem que ser acontece na hora certa e eu te garanto que, sozinha ou acompanhada, é possível ser feliz sim!

Por Paula Bastos

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Como lavar roupas íntimas

Toda mulher quer ver sua lingerie bem conservada, limpinha e cheirosa, mas muitas se esquecem que o processo de higienização vai além: ele é essencial para te proteger de fungos e bactérias. Por serem usadas numa região do corpo feminino que é sensível a infecções, o acúmulo de resíduos no tecido mal lavado pode acabar causando desconfortos e problemas ginecológicos.

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Se você tem o hábito de lavar a lingerie durante o banho, não se preocupe: a água morna é recomendada para ajudar a eliminar fungos e bactérias. No entanto ela não é suficiente: após fazer isso, coloque suas roupas íntimas para lavar no modo convencional com o uso de sabão e amaciante. Algumas peças são delicadas e não podem ser lavadas em máquina, então atente-se para as instruções de lavagem.

Vai lavar roupa? Separe todas as suas peças íntimas e não as lave junto com as peças convencionais. Faça uma lavagem especial apenas para as lingeries e, de preferência, use um detergente para roupas delicadas. O uso de alvejante sem cloro durante o processo de lavagem também é indicado, pois possui ação bactericida, colaborando no combate de fungos e bactérias.

O processo de secagem também é muito importante: se você não tem uma máquina para fazer a centrifugação, tire o excesso de água com o auxílio de uma toalha para não torcer as peças. Pendure no varal e deixe secar bem: nunca use uma peça íntima que esteja úmida, mesmo que levemente. As calcinhas de algodão devem ser passadas com o ferro quente, pois a alta temperatura é uma aliada na luta contra os germes. Tomando essas precauções você conseguirá prolongar o tempo de uso de suas lingeries e ainda estará cuidando bem da sua saúde!

Por Paula Bastos

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Look do dia: saia fit & flare

Se tem uma peça que você vai ver muito por aí no outono/inverno 2014 é a saia fit & flare! Essa modelagem fica ajustada em cima e aí desce com um recorte de babado, ficando rodadinha. Ela é maravilhosa, super feminina e fica linda em nós, grandes mulheres! Ganhei essa peça de presente da Rouge Marie Plus Size e foi amor à primeira vista: a estampa é linda, o tecido veste bem e eu simplesmente amei demais. Se você gostou dela, tem aqui: http://goo.gl/04KqA8.

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Blusa: Musa / Saia: Rouge Marie Plus Size / Sandália: Renner / Bolsa: C&A

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Por Paula Bastos

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Look do dia: calça branca

Muita gente morre de medo de usar calça branca, mas isso é bobagem! A gente passou anos lendo em revistas de moda que gorda não pode usar branco e bla bla bla whiskas sachê ai que tédio… Você pode usar o que você quiser desde que você se sinta bem, bonita e valorizada naquela roupa: esse é meu lema de moda pra vida! Se a calça branca for de um tecido bom, ela não vai realçar suas celulites. Eu sou uma gorda abençoada, pois eu tenho pouca: as minhas se concentram naquele gordinho interno da coxa, então eu uso branco de boa na lagoa divando!

Se você, assim como eu, tem pouco quadril e as pernas mais finas, é uma boa usar calças de cor clara porque elas ajudam a equilibrar o corpo. Tenho os ombros mais largos, então quando eu quero deixar a silhueta bem proporcional eu uso uma calça clara com uma blusa escura que fica show, mas também adoooro estampa e me jogo sem medo, como no look abaixo!

IMG_0833[1]Camisa: Julia Plus na Wish Fashion /  Calça: Julia Plus na Rouge Marie Plus Size / Sapatilha: Renner / Bolsa: eBay

Se você gostou da calça, ela está disponível clicando aqui: http://goo.gl/bOMKf5

Outra boa dica para usar calça branca é usar uma blusa ou camisa mais compridinha, se você se sente insegura. O que eu sei é que a gente tem que usar essas peças lindas sem medo de ser feliz porque sempre tem um jeitinho que fica bom. Deixe de lado as neuroses e se joga! O legal do branco é que você pode fazer muitas combinações diferentes, então eu acho mais do que válido ter uma peça assim no seu guarda-roupa! ;)

Por Paula Bastos

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Julia Plus lança coleção de inverno e flagship

Tenho uma novidade maravilhosa para contar pra vocês: fui convidada para ser a porta-voz de moda da grife Julia Plus. Eu acompanho o trabalho da marca desde 2008, pois foi quando comecei minhas pesquisas no nicho plus para criar o blog e lááááá atrás já tinha me encantado pelo trabalho deles, então imagina minha felicidade com o convite! Eu passarei a falar de moda, dar dicas, sugerir looks e falar de tendências para a Julia Plus e vocês verão bastante coisa bacana deles no blog e nas redes sociais do blog.

Hoje estou em São Paulo acompanhando o lançamento da flagship da marca, situada na Rua Casemiro de Abreu, 440, no Brás. A decoração da loja explorou os tons de preto, branco e rosa e os manequins foram dispostos na vitrine de uma forma bem interessante para valorizar as roupas. Um vidro de perfume gigante e a estampa pied de poule decoram o cenário inspirado por referências londrinas.

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A coleção de inverno está assim, de cair o queixo. Trabalho na área de moda já há alguns anos e faz muito tempo que eu não via um catálogo tão lindo e tão bem feito, especialmente para o nicho plus size. O que me dá mais satisfação é perceber que a marca está realmente se esforçando para levar um conceito de moda moderna e atual para nós, grandes mulheres. Estampas de vovó e modelagens de saco de batata – que por anos fomos obrigadas a “engolir” – não existem na Julia: é tudo muito estudado, desde a modelagem até os tecidos e estampas. O foco é criar coleções que saiam fora da caixinha, que não sejam óbvias. A Julia é uma marca ousada, eu gosto de dizer, porque ela vai lá e faz aquilo que muita gente tem medo de fazer pras gordas com receio de não vender. Eles correm o risco, agradam ao público e estão se saindo muito bem!

Vou mostrar um pouquinho da flagship pra vocês! Essa loja só atende atacado, mas vocês podem comprar no varejo também na Rua Rodrigues dos Santos, 597, Brás. Lá você pode entrar no provador e experimentar tudo o que quiser!

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Agora vou mostrar o meu look pra vocês. Sabe quando você tá se sentindo maravilhosa? Hoje estou me sentindo assim, juro! Amei demais esse look e essa sobreposição de maxi colares ficou o máximo. Achei mega estiloso e faz tooooda a diferença no visual, então sem medo de ousar: você tem mais é que ser feliz e sair por aí se sentindo diva e maravilhosa porque isso vai ser transmitido para as outras pessoas!

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Calça e saia: Julia Plus / Sandália: Renner / Acessórios: Le Charm / Batom: Velvet Vermelho Real de O Boticário

Esperem muitas novidades incríveis da Julia Plus Size! O site novo será lançado em breve e o e-commerce também, então quem não mora em São Paulo vai poder escolher todas as coisas lindas da marca no conforto de casa!

Por Paula Bastos

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Forever 21 lança sua primeira loja no Brasil

Post de Lilian Camila Costa Perez, do blog Neuroses de uma gorda. Como fui convidada para o lançamento da loja, mas não pude ir por morar em Salvador, enviei a Lilian de correspondente do Grandes Mulheres e ela vai nos contar o que vem por aí!

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Já faz um tempo que o Brasil é alvo das marcas de moda estrangeiras. Primeiro foram as caras, como Chanel e Louis Vuitton. Depois chegaram as fast fashions, como Zara e TopShop, com a promessa de uma moda bacana, moderna e mais barata que as outras. Agora chegou a vez da Forever 21, marca norte-americana conhecida por quem viaja aos Estados Unidos como uma loja barata, moderninha, com looks jovens (fazendo jus ao nome) e preços beeem baratos.

Imaginem como foi, com todas essas “qualidades” piscando na frente da mulherada fashionista, a inauguração da primeira loja no Brasil, ontem, no shopping Morumbi? Parecia balada. Com direito a uma DJ linda e super talentosa, Marina Diniz, Chandon à vontade, petiscos deliciosos e bem chiques servidos por garçons modeletes, lindos, e muita gente bonita, famosa e antenada. Receita certa de festa badalada.

As roupas, o foco da festa, não eram tão baratas quanto nos EUA, mas cumpriram o combinado: cortes modernos, looks da moda com muita tacha, couro e renda, muita legging e camisetas, bastante saia lápis –  modelo que eu adoro, pois valoriza e serve em quase todos os tipos de corpos –  muuuuuito top croped (aquele curtinho,  que fica mostrando a barriga, bem anos 80, sabe!?) e muito, mas muito maxi colar.

A parte triste da noite foi que se confirmaram as expectativas de que a linha plus size não veio ainda, assim como a linha masculina e de sapatos. Conversei com umas das gerentes da loja (não coloco seu nome, pois ela não pode me passar L ) e  me disse que a estratégia da marca foi a de chegar aos poucos, para ir sentindo o mercado, até que em janeiro de 2015 toda a linha da Forever 21 já tenha chegado por aqui. A loja do Rio de Janeiro, que inaugura semana que vem, já terá a linha masculina, fazendo com que a explicação da gerente não tenha muito sentido, mas enfim, as gordinhas terão que esperar mesmo até janeiro pra fazerem a festa.

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Não experimentei nada, pois a fila estava enorme, tanto a dos provadores quanto a dos caixas. Parecia que o mundo ia acabar, povo em polvorosa… rsrsrsrrs. Dei i uma olhada em algumas peças de tamanho G (não encontrei nenhuma  GG) e algumas achei que a modelagem era grande o bastante pra caber em mim. Blusinha de couro fake com elastano nas costas, saias lápis de malha com lycra e alguns vestidões. Semana que vem eu volto pra conferir, tomara que eu esteja certa.

Não me perguntem pela qualidade, pois sou meio chata com isso. Fiz moda no SENAI e sei que no Brasil pra uma peça chegar às araras custando R$ 8,90, como as regatas de malha, ou a qualidade é péssima – quase que descartável –  ou os impostos não estão sendo pagos, ou a mão de obra usada é a análoga à escrava. Ou pior: tudo isso junto. Mas esse é um assunto pra outra postagem… Por hora, é comprar sabendo que corremos o risco de levar gato por lebre.

Olha, confesso que apesar de amar moda e de estar ansiosa pela chegada da linha plus size por aqui, o que mais me deixou feliz ontem foi a oportunidade de ter coberto o evento pro blog Grandes Mulheres, da minha querida Paula Bastos, e ter encontrado pessoas bacanas. E contrariando muita gente, o mundo plus size, virtual, de moda e comportamento, é sim capaz de encontrarmos pessoas legais. Ontem conheci pessoalmente a fofa da Ju Romano, do blog Entre Topetes e Vinis. Agora só falta a Paulinha pra eu conhecer as duas grandes mulheres que me incentivaram a sair do armário e me aceitar como eu sou. Obrigada meninas <3

E pra terminar, conheci uma figura ontem, linda e muito simpática chamada Erikka Rodrigues, que na hora que minha amiga Bárbara, do blog Photograph, Art and Love,  foi tirar uma foto dela, ela me lança a frase “ah, tenho que fazer cara de ryca pra foto”. Achamos o máximo, trocamos cartão, beijos e pronto. Hoje pela manhã, numa daquelas deliciosas coincidências da vida, aparece esse clipe na minha time line… Chorei de rir, é ela a cantora <3

Então mulherada, todas fazendo #caraderyca.

Beijos, espero que tenham gostado e até a próxima ;)

Por Paula Bastos

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Papo de mulher: endometriose

Como somos mulheres, acho extremamente importante compartilhar com vocês alguns assuntos de saúde feminina que não são tão abordados pela mídia, mas que afetam muitas de nós. Eu nunca tinha ouvido falar em endometriose, até descobrir que três amigas minhas tinham e sofriam muito com o problema. Depois o Fantástico fez uma série falando sobre o assunto e eu assisti porque, até então, eu não entendia o que era, não sabia praticamente nada. Esta semana recebi um material informativo (release) muito legal da Bayer Healthcare e achei que era muito válido compartilhar as informações com vocês aqui no blog!

O que é a endometriose?

Gestações tardias, excesso de estresse e trabalho/estudo, sono e alimentação ruins e poucas atividades de lazer são alguns dos fatores que podem levar a mulher a prolongados períodos de desequilíbrio hormonal. Essas irregularidades costumam impactar diretamente a saúde feminina, causando alterações no ciclo menstrual e provocando doenças. Entre seus sintomas estão: dores abdominais severas e também durante as relações sexuais, cólica menstrual intensa, alterações no hábito intestinal (diarreia ou prisão de ventre) e dificuldade para engravidar. A endometriose afeta cerca de 176 milhões de mulheres no mundo, sendo seis milhões só no Brasil.

endometriose

Se você tiver cólicas muito severas nos seus períodos menstruais, não é normal e você deve procurar um médico o quanto antes. Como muita gente acha que sentir cólica é normal, muitas pessoas acabam não passando pelo especialista e o problema se agrava. Uma das minhas amigas que tem sente uma dor tão forte que eu fico desesperada sem saber o que fazer, pois ela chora, se contorce e você se sente incapaz. A dor é realmente muito intensa e não é brincadeira! Se isso acontecer com você, vá ao médico e questione, faça exames.

Como funciona o tratamento?

A endometriose pode ser controlada com tratamento. Você terá que fazer uma dieta mais cuidadosa e talvez até suspender a menstruação. Sintomas leves são tratados com remédios simples para a dor, mas os casos mais graves geralmente são tratados com procedimentos cirúrgicos, especialmente se a mulher tem o desejo de engravidar. Quem não quer ter filhos consegue controlar a doença com o uso de anticoncepcional oral ou injetável de progestogênio.

Ter uma dieta balanceada e rica em nutrientes é extremamente importante para atenuar os sintomas da endometriose, especialmente para quem quer engravidar, pois os benefícios da boa alimentação colaboram com a fertilidade e aliviam o processo inflamatório, além de ajudar a diminuir o sofrimento de quem convive com dor crônica, pois os minerais e nutrientes ajudam a melhorar a resistência à dor.

 

Por Paula Bastos

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Resenha: aussie 3 minute miracle

Post da colaboradora Marília Jacobina

Oi, gente! Começando com dicas e resenhas sobre produtos dos mais variados, escolhi falar sobre esse condicionador tão adorado e comentado já há algum tempo, o “3 minute miracle da aussie”, que promete um “deeeeep treatment”. Uma tia que esteve nos EUA agora no fim do ano o trouxe pra mim de presente. Confesso que sempre ouvi falar dos produtos da “aussie”, inclusive sempre ouvi falarem muito bem, mas nunca tive curiosidade nem vontade de comprar pra experimentar. No entanto, já que ganhei e AMO cosméticos de todos os tipos, vamos lá!

Bom, já gostei do produto logo de cara. A embalagem é super bonita, legal e funcional. Essa abertura embaixo é ótima! Basta apertar a embalagem, como um squeeze, e o creme sai. Além disso, o cheiro é sensacional! Levei pra usar no salão esses dias e minha cabeleireira elogiou horrores, ficou louca com o cheiro dele.

Aussie 3 Minute Miracle 3

Vamos à eficácia do “canguruzinho”….rs. A proposta dele é uma hidratação rápida, na hora do banho mesmo. De acordo com a embalagem, deve-se deixar o produto agindo por 2 minutos e 45 segundos, para que os cabelos secos e estragados sejam profundamente condicionados. Eu lavo o cabelo com o meu shampoo, normalmente, e na hora de condicionar, coloco o produto, deixando agir por 3 minutos. No caso, como ganhei apenas o condicionador, uso os shampoos que já costumava usar. Nesse tempo de ação, eu aproveito pra lavar a calcinha, dar uma esfoliada na pele, passar um óleo corporal ou o que me vier na cabeça na hora, e nem vejo os 3 minutinhos se passarem, é muito rápido! No fim das contas, tenho um cabelo hidratado e cheiroso.

Vou dizer…achei o produto ótimo!! Contudo, não é nenhum “miracle” como diz na embalagem. Ao menos até o momento, não notei grandes coisas. Geralmente uso um condicionar da Tressemé, que eu já acho ótimo, pois meu cabelo fica super sedoso, e achei que o “3 minute miracle” hidrata pouca coisa mais que ele. Como ganhei o produto e ele veio dos EUA, não sei dizer o valor exato que ele está custando. Fazendo uma busca rápida no Google, achei desde R$69,00 e até de R$22,00. Nos EUA não faço ideia de quanto custe, mas pelo que minha tia me falou, ele tem um precinho bem legal que valeria a pena.

Em resumo: bom produto! Vale a pena pra dar uma hidratada melhor na hora de lavar o cabelo nessa correria doida do dia-a-dia. Porém, há o inconveniente do valor dele aqui no Brasil. Com R$69,00, por exemplo, dá pra comprar uma máscara hidratante da L´Oréal mais potente que o “aussie”, e a depender de onde se compre, ainda sobra dinheiro. Portanto, se você está indo pros EUA e vir o “3 minute miracle” por lá com um precinho camarada, tem vontade de experimentar e tal, COMPRE! Caso contrário, eu não investiria.

That’s all folks! ;)

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Por Paula Bastos

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